Os empresários de Mato Grosso que foram alvos da operação ainda estão foragidos
Policiais civis tentam localizar três empresários que estão foragidos da Justiça de Mato Grosso e de Alagoas: Mário Teixeira Santos da Silva, investigado nas operações locais Déjà Vu e Odisseia, e José Maria Magalhães Filho e Mariuzan Bonfá, procurados por suspeita de envolvimento em uma quadrilha de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Foram

Policiais civis tentam localizar três empresários que estão foragidos da Justiça de Mato Grosso e de Alagoas: Mário Teixeira Santos da Silva, investigado nas operações locais Déjà Vu e Odisseia, e José Maria Magalhães Filho e Mariuzan Bonfá, procurados por suspeita de envolvimento em uma quadrilha de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Foram expedidos mandados de prisão contra os três indivíduos. A Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz) aponta Mário Teixeira como membro de uma organização criminosa que se dedica à criação de “empresas de fachada”, registradas em nome de terceiros (laranjas) ou até de pessoas inexistentes, mediante documentos falsos, com o objetivo de burlar a cobrança de tributos.
Além de Mário, as ordens de prisão foram expedidas também para Bruno Cicaroni e Elisandro Nunes, advogados. Contudo, o magistrado Rui Ramos Ribeiro, do TJMT, concordou com as solicitações de liberdade e concedeu a liberdade à dupla. Os indivíduos suspeitos serão monitorados por uma câmera eletrônica de vigilância.
Mário era o líder, de acordo com a Polícia, e mantinha um sócio, Edenilton Balbino, encarregado da parte burocrática do esquema, enquanto o sócio mantinha os clientes do serviço de sonegação fiscal.
A Operação Hades
A Polícia Civil tem a suspeita de que José Maria Magalhães Filho e Mariuzan Bonfá estejam fora do Brasil. Além deles, foi atingido José Clovis Pezzin de Almeida, mais conhecido como Marllon Pezzin. Entretanto, na sexta-feira (9), após uma decisão da Justiça de Alagoas, ele foi solto.
A dupla é apontada como fornecedora de drogas de uma organização criminosa que pertence ao Comando Vermelho. Eles são sócios de uma companhia, que só tem como objetivo receber dinheiro do comércio de entorpecentes, e teriam recebido, em dois dias, mais de R$ 110 mil.
As investigações revelaram que José Maria possui uma empresa com Mariuzan Bonfá, que também foi investigada na operação. Eles são os donos da Transportes Gold Ltda, que teria recebido R$ 114.675,00 da MJFS Auto Center Ltda (Leser Pneus) em apenas dois dias.
Fonte: Informações/ Olhardireto
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