A Justiça mantém detidos os militares e o caseiro suspeitos de participação no homicídio de Renato Nery
Justiça Mantém Prisão de Policiais Militares Envolvidos no Assassinato de Advogado A Justiça decidiu manter a prisão dos quatro policiais militares investigados pelo assassinato do advogado Renato Nery, ocorrido em julho do ano passado. Além dos agentes, o caseiro Alex Roberto Queiroz Silva, apontado como autor dos disparos que atingiram Nery sete vezes, também segue
Justiça Mantém Prisão de Policiais Militares Envolvidos no Assassinato de Advogado
A Justiça decidiu manter a prisão dos quatro policiais militares investigados pelo assassinato do advogado Renato Nery, ocorrido em julho do ano passado. Além dos agentes, o caseiro Alex Roberto Queiroz Silva, apontado como autor dos disparos que atingiram Nery sete vezes, também segue detido.
Os policiais identificados são o soldado Wekcerlley Benevides de Oliveira, o cabo Wailson Alessandro Medeiros Ramos, o 3º sargento Leandro Cardoso e o 3º sargento Heron Teixeira Pena Vieira. Destes, Heron segue foragido e é alvo de outras duas investigações, incluindo uma operação que apura sua participação em um grupo de mercenários na capital e outra da Polícia Federal por tráfico internacional.
Alex Roberto Queiroz Silva, que trabalhava como caseiro para Heron, teria participado do crime na chácara de propriedade do sargento, utilizada como base para a execução do homicídio. A motivação do crime ainda não foi esclarecida.
Os suspeitos passaram por audiência de custódia nesta tarde, e a Justiça determinou a manutenção da prisão do grupo. Durante a investigação, buscas foram realizadas na chácara localizada no bairro Capão Grande, em Várzea Grande, e no Batalhão de Ronda Ostensiva Tático Metropolitana, no bairro Dom Aquino, em Cuiabá.
Na fase atual da Operação Office Crime – A Outra Face, deflagrada na última quinta-feira (6), a polícia apreendeu uma arma de fogo usada no assassinato, identificou a rota de fuga do executor e recolheu a motocicleta utilizada no crime.
Renato Nery foi morto no dia 5 de julho do ano passado, ao chegar ao seu escritório na Avenida Fernando Correa da Costa. Ele foi alvejado por pelo menos sete tiros, alguns atingindo sua cabeça.
Desde o crime, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) conduz as investigações e confirmou que a morte do advogado está relacionada a disputas de terra.
Da Redação com informações do Olhar Direto
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