Sete integrantes do Comando Vermelho foram sentenciados por assassinarem um homem durante um salve
Sete indivíduos, associados ao Comando Vermelho, foram sentenciados pelo Tribunal do Júri de Cuiabá após um julgamento que se estendeu por dois dias. Eles foram condenados por tortura resultante em morte e por promover as atividades da organização criminosa. A soma das penas para todos os réus alcança um total de 131 anos e 10

Sete indivíduos, associados ao Comando Vermelho, foram sentenciados pelo Tribunal do Júri de Cuiabá após um julgamento que se estendeu por dois dias. Eles foram condenados por tortura resultante em morte e por promover as atividades da organização criminosa. A soma das penas para todos os réus alcança um total de 131 anos e 10 meses de prisão. Estes irão cumprir suas penas em regime fechado e não terão a possibilidade de apelar da decisão em liberdade. O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins e a promotora de Justiça Élide Manzini de Campos atuaram no caso durante a sessão.
De acordo com as informações, Ítallo Matteus Ribeiro Fortes e Silva, Joanilto da Silva Leite, Remilson Paulo de Queiroz, Beacil Lopes do Nascimento Neto, Caio Andreonni Lima Locatelli, Alexandre Soares de Lima e Jonas Ferreira da Rosa foram acusados do homicídio de Weslley da Silva Natividade e da tentativa de homicídio de Evaristo de Arruda e Silva. Os incidentes ocorreram em janeiro de 2019, nas imediações do Rio Coxipó, no bairro Jardim Imperial.
Segundo a acusação do Ministério Público de Mato Grosso, os réus se organizaram previamente para torturar Weslley, utilizando chutes, socos e pauladas, além de afogá-lo até a morte. Evaristo também foi alvo da tentativa de homicídio, mas conseguiu sobreviver após ser socorrido.
As ordens para os crimes teriam vindo de Ítallo Matteus Ribeiro Fortes e Silva, membro do Comando Vermelho, dentro de uma penitenciária. As vítimas eram suspeitas de terem roubado joias, roupas e eletrônicos de sua residência. Durante a detenção e tortura, Weslley teria admitido o roubo e revelado o envolvimento de Evaristo, que foi chamado ao local do crime e também agredido.
As penas estabelecidas foram de 19 anos e quatro meses para Ítallo Matteus, 14 anos e oito meses para Joanilto, 13 anos e quatro meses para Remilson Paulo, 21 anos e seis meses para Beacil, 19 anos e seis meses para Alexandre, 22 anos para Caio e 21 anos e seis meses para Jonas.
Da Redação com informações do Olhar Direto
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