Aliado diz que Moraes está “pintado para guerra”: “Vai ser uma carnificina”
Aliados do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), avaliam que ele deverá partir para o confronto com o ministro André Mendonça e outros integrantes da Corte durante a sessão desta terça-feira (15). O plenário analisará se será aberta uma investigação contra Moraes no âmbito do Caso Master. Segundo um ministro aliado de

Aliados do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), avaliam que ele deverá partir para o confronto com o ministro André Mendonça e outros integrantes da Corte durante a sessão desta terça-feira (15). O plenário analisará se será aberta uma investigação contra Moraes no âmbito do Caso Master.
Segundo um ministro aliado de Moraes, o magistrado e seu grupo no Supremo estão “pintados para guerra” para o julgamento. A expectativa entre os aliados é de que, durante a defesa, Moraes questione a relação de Mendonça e de outros ministros com o Banco Master ou com o banqueiro Daniel Vorcaro.
“Vai ser uma tragédia. Vão expor as vísceras de alguns ali. Vai ser uma carnificina. Vai ser um show de horrores. O Fachin não vai segurar. Estão pintados para a guerra”, afirmou, sob reserva, um aliado de Moraes.
A sessão está prevista para começar às 10h. O primeiro voto será do presidente do STF, Edson Fachin, que assumiu recentemente a relatoria do caso.
Antes da análise do mérito, porém, Moraes e seus aliados pretendem apresentar uma série de questões preliminares relacionadas ao rito do processo. Somente depois dessa etapa o plenário deverá avançar para a discussão sobre a abertura ou não da investigação.
Redação do Fala Meu Povo MT.
Mais em Nacional
Ver editoriaSeis carros e três jatos teriam sido mobilizados para saída de Flávio Bolsonaro do Brasil
Plano inicial previa viagem de avião até a região de Foz do Iguaçu, mas teria sido alterado após decisão judicial que impedia o senador de…
Em quedaReprovação de Lula segue maior que aprovação, indica Lulômetro
Apesar da vitória nas urnas, governo do petista segue impopular e o desafiante quarto mandato começará sem crédito da população
PRESIDENTE E SERVIDORES PRESOS
